As áreas de processamento de material devem ser divididas, n o m í n i m o , e m t r ê s á r e a s : d e s c o n t a m i n a ç ã o , acondicionamento e esterilização/armazenamento. Ao menos a área de desinfecção deve ser separada das outras duas por barreiras físicas, sendo aí que o material será recebido s e p a r a d o e d e s c o n t a m i n a d o . A á r e a d e s t i n a d a a o acondicionamento do material o será ao material limpo, porém não estéril. A área de armazenamento deve ser de acesso restrito, com temperatura controlada (65 a 72°C) e comumidade relativa em torno de 35 a 50%.
CRITÉRIOS PARA SISTEMAS DE ESTERILIZAÇÃO
1) Uso de baixas temperaturas (menos de 60°C);
2) Ser compatível com diferentes materiais: plástico ou
3) Ser um método rápido;
4) Ser não tóxico para quem o manuseia;
5) Ser seguro aos materiais a serem esterilizados;
6) Ser seguro ao meio ambiente;
7) Não deixar residuos no artigo;
8) Manter atividade frente a residuos orgânicos;
9) Diminuir a margem de erro humano. Deve ser de fácil
manuseio;
10) Uso único de esterilizante, evitando ser esta uma
fonte de contaminação cruzada;
11) Ser de baixo custo operacional.
REFERÊNCIAS
1. Bond, W.W.: Questions and answers: virus transmission via fiberoptic endoscopes: recommended disinfection. JAMA 257: 843-844, 1987.
2. Crow, S.: Sterilization processes. Meeting the demands of today’s health care technology. Nurs Clin North Am 28: 687-695, 1993.
3. Fuller, A.: Infection control. Sterilizing instruments. Nurs Times 88: 64-65, 1992.
4. Maker, V.K. & Kaplan, R.L.: Contact neodymium-yttrium-aluminum garnet laser acts as a sterilizing scalpel. Surg Gynecol Obstet 170: 17-20, 1990.
5. Palenik, C.J. & Cumberlander, N.D.: Effects of steam sterilization onthe contents of sharps containers. Am J Infect Control 21: 28-33, 1993.
6. Pollack, S.V.: Rapid instrument sterilization. J Dermatol Surg Oncol
16: 438-439, 1990.
7. Rutala, W.A.: Disinfection, sterilization, and waste disposal; in Wenzel, R.P. (ed): Prevention and Control of Nosocomial Infections, Baltimore,Williams & Wilkins, 1987, p. 257~282.
8. Tan, R. & Noble, M.A.: Sharps utilization and disposal in British Columbia physicians’offices. Can J Public Health 84: 31-34, 1993.
9. Widmer, A.F., Houston, A., Bollinger, E. & Wenzel R.P.: A new stan dard for sterility testing for autoclaved surgical trays. J Hosp Infect 2 1: 253-260, 1992. que s eu objetivo foi a t ingido. Pode-s e l ançar mão deindicadores locados preferencialmente dentro da embalagem do material, e não fora da mesma, como é prática corrente.
Dessa forma, pode-se garantir que qualquer que tenha sido o método utilizado para a esterilização, o mesmo atingiu o objeto dentro de seu invólucro. 0 funcionamento do equipamento de esterilização pode ser monitorizado por fatores biológicos, como esporos bacterianos. Os artigos que levantarem suspeita
quanto ao processo de esterilização ao qual foram submetidos devem obrigatoriamente ser considerados não estéreis; por exemplo, presença de umidade dentro de uma caixa de material cirúrgico submetida a esterilização por vapor úmido.
Quanto ao invólucro, exigem-se algumas características, como permeabilidade ao agente esterilizante, resistência ao calor, à t r a ç ão e ao manus e io, impe rme abi l idade a pa r t í cul a s
microscópicas e isenção de nutrientes microbianos (amidos) e resíduos tóxicos (corantes e alvejantes). Há grande variedade
CRITÉRIOS PARA SISTEMAS DE ESTERILIZAÇÃO
1) Uso de baixas temperaturas (menos de 60°C);
2) Ser compatível com diferentes materiais: plástico ou
3) Ser um método rápido;
4) Ser não tóxico para quem o manuseia;
5) Ser seguro aos materiais a serem esterilizados;
6) Ser seguro ao meio ambiente;
7) Não deixar residuos no artigo;
8) Manter atividade frente a residuos orgânicos;
9) Diminuir a margem de erro humano. Deve ser de fácil
manuseio;
10) Uso único de esterilizante, evitando ser esta uma
fonte de contaminação cruzada;
11) Ser de baixo custo operacional.
REFERÊNCIAS
1. Bond, W.W.: Questions and answers: virus transmission via fiberoptic endoscopes: recommended disinfection. JAMA 257: 843-844, 1987.
2. Crow, S.: Sterilization processes. Meeting the demands of today’s health care technology. Nurs Clin North Am 28: 687-695, 1993.
3. Fuller, A.: Infection control. Sterilizing instruments. Nurs Times 88: 64-65, 1992.
4. Maker, V.K. & Kaplan, R.L.: Contact neodymium-yttrium-aluminum garnet laser acts as a sterilizing scalpel. Surg Gynecol Obstet 170: 17-20, 1990.
5. Palenik, C.J. & Cumberlander, N.D.: Effects of steam sterilization onthe contents of sharps containers. Am J Infect Control 21: 28-33, 1993.
6. Pollack, S.V.: Rapid instrument sterilization. J Dermatol Surg Oncol
16: 438-439, 1990.
7. Rutala, W.A.: Disinfection, sterilization, and waste disposal; in Wenzel, R.P. (ed): Prevention and Control of Nosocomial Infections, Baltimore,Williams & Wilkins, 1987, p. 257~282.
8. Tan, R. & Noble, M.A.: Sharps utilization and disposal in British Columbia physicians’offices. Can J Public Health 84: 31-34, 1993.
9. Widmer, A.F., Houston, A., Bollinger, E. & Wenzel R.P.: A new stan dard for sterility testing for autoclaved surgical trays. J Hosp Infect 2 1: 253-260, 1992. que s eu objetivo foi a t ingido. Pode-s e l ançar mão deindicadores locados preferencialmente dentro da embalagem do material, e não fora da mesma, como é prática corrente.
Dessa forma, pode-se garantir que qualquer que tenha sido o método utilizado para a esterilização, o mesmo atingiu o objeto dentro de seu invólucro. 0 funcionamento do equipamento de esterilização pode ser monitorizado por fatores biológicos, como esporos bacterianos. Os artigos que levantarem suspeita
quanto ao processo de esterilização ao qual foram submetidos devem obrigatoriamente ser considerados não estéreis; por exemplo, presença de umidade dentro de uma caixa de material cirúrgico submetida a esterilização por vapor úmido.
Quanto ao invólucro, exigem-se algumas características, como permeabilidade ao agente esterilizante, resistência ao calor, à t r a ç ão e ao manus e io, impe rme abi l idade a pa r t í cul a s
microscópicas e isenção de nutrientes microbianos (amidos) e resíduos tóxicos (corantes e alvejantes). Há grande variedade
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